Catequese

O Catequista é importante para abrir a mente das crianças e jovens

Roque Zerwes, 55, mora em Imigrante desde 1993 e trabalha como metalúrgico, mas tem atuação destacada na comunidade como participante da Paixão de Cristo e catequista. O trabalho começou ainda em Roca Sales, há mais de 30 anos, com o objetivo de formar crianças e jovens na religião

Por Jhon Willian Tedeschi
Como começou sua história de vínculo com a igreja?
O vínculo com a Igreja Católica começou ainda criança. Logo depois do crisma, já participava da liturgia nas missas e cultos da Comunidade. Aos 19 anos iniciei com a primeira turma de catequese, ainda em Roca Sales, e desde lá não parei mais. Hoje trabalho com duas turmas, uma para primeira eucaristia e outra para o crisma, na sede da Comunidade São Cristóvão, em Imigrante.

O quanto considera importante o trabalho como catequista para a formação dos jovens?
O trabalho de catequista é importante para abrir a mente das crianças e jovens, sobre a importância de ter uma religião, de participar de uma comunidade e crer em um ser superior, em um Deus. Principalmente agora, onde vivemos em uma época onde a criança tem acesso a todo tipo de informação, ela precisa ter em mente o que é certo e o que não é.

Até que ponto você acredita que isso contribui para uma sociedade melhor?
A partir do momento em que a criança e o jovem sentir a importância de se ter fé, ter uma religião, vão se tornar pessoas sempre prontas a ajudar os outros, com isso contribuindo para uma sociedade melhor.

Você também tem outras atuações na comunidade. Fale um pouco mais sobre esses trabalhos.
Além dos trabalhos de catequese, também participo de outras atividades culturais. Faço parte do Coral Municipal de Imigrante, também na Comunidade São Cristóvão, temos um grupo de animação que canta nas missas da comunidade e em outros locais. Dentro do grupo sou músico, toco violão. Participo também da Paixão de Cristo, encenação ao ar livre em Daltro Filho, desde sua primeira edição.

Fiz vários personagens, como o Sacerdote de Sinédrio, apóstolos Pedro e Judas, e neste ano fiz o papel do “leproso”. Fazer parte da família Paixão de Cristo não tem definição, é simplesmente fantástico. Esses trabalhos nos deixam felizes, nos emocionam e nos dão energia para continuar com todas as outras atividades que envolvem cultura e religião.

Quais as principais lições que este envolvimento lhe trouxe e o quanto isso influenciou na sua formação como ser humano?
Fundamental também, para fazer estas atividades, é o apoio da família. Porque você precisa abrir mão do tempo de estar em casa com a família para se dedicar à catequese, aos ensaios de coral, ao grupo de canto da Paixão de Cristo. Para isso tenho total suporte da minha esposa, do meu filho, nora e neto. Procuro dentro destas atividades ser sempre uma pessoa melhor, prestativa e disposta a ajudar. São serviços voluntários, não há remuneração, mas é muito gratificante.

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