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Ministérios da Igreja

Devemos distinguir bem entre ministérios e serviços eclesiais. Os serviços eclesiais são múltiplos e variados. Cada cristão é chamado a contribuir. O serviço eclesial é uma exigência da própria  pertença à comunidade. São sinais de participação. Os Ministérios não são simples tarefas.

São serviços eclesiais, que se fazem em nome e por autoridade da Igreja. Por isso, são conferidos  pelo Bispo ou por quem foi por ele delegado. Quando se fala em ministérios trata-se de serviços especiais e importantes para o crescimento da comunidade.

 Entre os ministérios podemos distinguir:
Os ministérios ordenados são aqueles conferidos pelo Sacramento da Ordem. É ministério confiado aos bispos, padres e diáconos.

  • Os ministérios não-ordenados são aqueles que podem ser exercidos pelos cristãos leigos ou religiosos, desde que tenham provisão dada pelo bispo.

Todos os ministérios partem da dignidade comum a todo cristão: o Batismo. Alguém só recebe um ministério se for batizado. Na comunidade cristã, possuímos todos a mesma dignidade, somos todos cristãos, pelo Batismo. O que nos difere são as funções e os ministérios.

É importante observar alguns critérios:

  • Uma escolha acertada: não basta desejar o ministério, precisa ter qualidades para isso. Melhor ainda quando a escolha parte da indicação da comunidade, que reconhece naquela pessoa as qualidades necessárias.
  • Uma formação adequada: isso é fundamental para a comunidade e para a pessoa que irá exercer o ministério. A preparação não pode ser apenas em um encontro.
  • Uma visão clara de Igreja:  um ministério não é promoção, é serviço. É algo de Igreja. Quem o assume deve ter visão clara da Igreja hoje, com a consciência de que está servindo à Igreja.
  • Participação da comunidade: a comunidade deve participar da indicação das pessoas para um ministério, através do CPP, sob a orientação do presbítero.
  • Investidura eclesial: é o bispo quem dá o ministério em nome da Igreja. O ministério é um serviço da Igreja e nela é o pastor quem confia as funções eclesiais a serem exercidas em nome da Igreja.

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