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Santa Luísa de Marillac, Religiosa, Fundadora

Santa Luísa de Marillac

Santa Luísa de Marillac 15 MarçoMar 2024 00:00 UTC

Santa Luísa de Marillac foi uma mulher decidida e valente; inteligente e perseverante, viúva, mãe e cofundadora, junto a são Vicente de Paulo, das Filhas da Caridade. Destacou-se por sua entrega incondicional para os outros e um espírito impetuoso que lhe impulsionou a cumprir a missão que Deus lhe tinha encomendado ainda em meio à enfermidade.

A festa de aanta Luísa costumava ser celebrada no dia 15 de março, porém, desde 2016 celebra-se em 9 de maio, dia do aniversário de sua beatificação. A Congregação para o Culto Divino e a Disciplina dos sacramentos solicitou à Congregação da Missão – fundada por são Vicente de Paulo – mudar a data de santa Luísa, porque “sempre cai na Quaresma e é preferível não celebrar solenidades durante este tempo litúrgico”.

Segundo explicou Gregorio Gay, superior geral desta congregação, em 14 de dezembro de 2015 foi apresentada a petição para a mudança da data. Em 4 de janeiro de 2016 foi publicado o decreto que aceitava a petição.

Luísa de Marillac nasceu em Paris (França), em 1591. Foi filha de Luís de Marillac, senhor de Ferrieres-in-Brie e de Villiers Adam, e de uma jovem desconhecida. Até os 13 anos, foi educada como uma menina nobre no Convento Real de Poissy. Entre as religiosas, encontrava-se uma tia dela que lhe ensinou a ler, escrever, pintar e lhe deu uma sólida formação humanística.

Quando seus pais e sua tia morreram, Luísa ficou sob a tutela de seu tio Miguel. Devido à precária situação econômica de sua família, a jovem experimentou na própria carne as carências materiais e aprendeu os afazeres do lar. Sua condição social de “senhorita pobre” produziu em Luísa um complexo de inferioridade, que arrastaria durante alguns anos.

Durante sua juventude, frequentou o convento das irmãs capuchinhas em Fauborg e sentiu inclinação para a vida religiosa. Entretanto, seu diretor espiritual negou sua entrada ao convento porque a saúde da Luísa era frágil. Convenceu-a de que optasse pelo matrimônio dizendo que “Deus tinha outros planos para ela”.
Em 1613, Luísa de Marillac se casou com o Antonio Le Gras com quem teve um filho. Antonio caiu gravemente doente.

Em 1616, conheceu são Vicente do Paulo, que se tornou seu confessor, embora a princípio não quisesse. Naquele tempo, são Vicente estava organizando suas “Conferências de Caridade”, com o objetivo de melhorar a situação da miséria no campo e para isso necessitava de alguém que infundisse respeito e que tivesse empatia e a capacidade de ganhar os corações das pessoas.

Conforme são Vicente foi conhecendo mais profundamente Luísa, deu-se conta de que ela era a pessoa que procurava para dirigir sua obra. Quando seu marido morreu, ela compreendeu que Deus a fazia um chamado grande e especial.

Em 1629, foi enviada para visitar “A Caridade” de Montmirail e durante esse tempo realizou outras visitas missionárias. Madame Le Gras realizou estas viagens sem se importar com os sacrifícios que devia fazer nem com sua saúde.

Quando são Vicente lhe pediu para formar um centro de treinamento para jovens, Luísa pôs ao seu dispor a casa que tinha alugado para residir logo depois da morte de seu marido. Ali, acolheu quatro candidatas que foram instruídas por ela para o serviço dos pobres e doentes.

Em 1634, redigiu a regra de vida que deveriam seguir os membros da associação. Quando são Vicente obteve a permissão do Vaticano para formar uma congregação, este documento se tornou o estatuto das “Irmãs da Caridade”.

Durante o desenvolvimento de todos os projetos, a santa levava mais carga do que os demais e se preocupava em ser um testemunho vivo da preocupação de Cristo pelos doentes e marginalizados. Em Angers, assumiu um hospital terrivelmente descuidado e, em Paris, cuidou dos afetados por uma epidemia.

Também socorreu as vítimas da “Guerra dos 30 anos” e se ocupou dos afetados pela violência que se vivia na capital francesa. Apesar de sua delicada saúde, sempre esteve disposta ao serviço e emanava entusiasmo e alegria.

Martirológio Romano

1.   Em Pário, no Helesponto, na actual Turquia, São Menigno, pisoeiro, que, segundo a tradição, sofreu o martírio no tempo do imperador Décio. († c. 250)

2.   Em Roma, São Zacarias, papa, que susteve a veemência da invasão dos Lombardos, indicou aos Francos o justo governo, dotou de igrejas os povos da Germânia e assegurou a união com a Igreja Oriental, governando a Igreja de Deus com grande sabedoria e prudência. († 752)

3.   Em Córdova, cidade da Andaluzia, região da Espanha, Santa Leocrícia, virgem e mártir, descendente de família moura, que aderiu secretamente à fé de Cristo e, tendo sido presa com Santo Eulógio, quatro dias depois do martírio deste santo foi degolada e emigrou para a glória eterna. († 859)

4*.   Perto de Burgos, cidade de Castela, também região da Espanha, São Sisebuto, abade de São Pedro de Cardeña. († 1086)

5.   Em York, na Inglaterra, o Beato Guilherme Hart, presbítero e mártir, que, ordenado no Colégio Inglês de Roma, regressou à pátria e, no reinado de Isabel I, por ter persuadido algumas pessoas a abraçar a fé católica, foi enforcado e estripado. († 1583)

6.   Em Paris, na França, Santa Luísa de Marillac, viúva, que orientou com o seu exemplo o Instituto das Filhas da Caridade na assistência aos indigentes, dando realização perfeita à obra delineada por São Vicente de Paulo. († 1660)

7.   Em Viena, na Áustria, São Clemente Maria Hofbauer, presbítero da Congregação do Santíssimo Redentor, que trabalhou admiravelmente na propagação da fé em terras longínquas e na reforma da disciplina eclesiástica e, pelos seus dotes excepcionais de talento e virtudes, persuadiu muitas pessoas insignes nas ciências e nas artes a aderirem à Igreja. († 1820)

8♦.   Em Madrid, na Espanha, o Beato Pio Conde Conde, presbítero da Sociedade Salesiana e mártir, que durante a perseguição religiosa, foi fuzilado em ódio ao sacerdócio. († 1936)

9*.   Em Przemysl, na Polónia, o Beato João Adalberto Balicki, presbítero, que exerceu diversas actividades apostólicas em favor de todo o povo de Deus, empenhando-se particularmente no anúncio do Evangelho e na assistência às jovens errantes. († 1948)

10*.   Em Viedma, na Argentina, o beato Artémides Zátti, religioso da Sociedade de São Francisco de Sales, que, animado pelo seu grande zelo missionário, partiu para as inóspitas terras da Patagónia e passou toda a sua vida no hospital desta cidade, acudindo com incansável magnanimidade, paciência e humildade às necessidades dos indigentes. († 1951)

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